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Último dia de aula

Ter aulas no mês de dezembro e janeiro é algo que não me entra na cabeça, e espero não ter de refazer nenhum trabalho no mês de fevereiro. Ainda bem que essa metodologia não é aplicada no Brasil, pois não imagino passar os meses mais quentes do ano dentro de um laboratório editando vídeos ou em frente ao computador escrevendo artigos. Se bem que no ano passado passei por uma experiência semelhante a esta quando ficamos editando o clipe da Analuana.

Hoje, se tudo der certo é o nosso último dia de aula, depois de passar várias manhãs, tardes e noites envolvidas com a produção do nosso vídeo sobre a vida dos Erasmus, trabalho da disciplina de Laboratório de Som e Imagem, e que vamos aproveitar para o nosso Projeto Experimental lá no Brasil (trabalho que acompanha o blog e marca o fim do curso). Foram dias de coleta de imagens onde colocamos nossos amigos estrangeiros e brasileiros frente à câmera relatando suas experiências de intercâmbio (altas revelações hehehe).

De momento, o resultado não está ficando de acordo como planejávamos, pois aqui as coisas funcionam diferentes do que estávamos acostumadas na Unijuí. Como já mencionei em posts anteriores a metodologia da Universidade do Porto (UP) ao meu ver torna os alunos muito mais independentes e aplicados, pois aqui (não só no curso de Ciências da Comunicação mas em outros também) temos de fazer tudo sozinhos sem auxílio dos professores, o que nos salva em momentos de apuros são os técnicos do laboratório, mas eles são poucos comparados a quantidade de alunos do curso.

A maioria dos trabalhos são individuais onde os alunos tem de filmar, editar, escrever, etc… Já na Unijuí sempre tínhamos auxílio de alguém, como por exemplo, os trabalhos eram sempre em grupos, o professor explicava os trabalhos além de acompanhar passo a passo o grupo, e sempre tinha os técnicos à disposição para ajudar n o que precisávamos. Aqui eu me sinto sem pai nem mãe, completamente sozinha, sempre insegura. Por uma lado isso é bom, nos torna independente, e lidar com a insegurança faz parte do desafio, no final você pode avaliar o quanto evoluiu, além é claro de observar como a sua área de estudo é aplicada em outro país.

Mesmo sem ter me tornado amiga dos professores e intima dos meus colegas, fatores que tornaram meu semestre não muito agradável, pois mesmo a UP sendo uma das universidades lideres em consórcio de intercâmbio os alunos portugueses não possuem uma mentalidade muito aberta para os Erasmus, por aqui não é como no Brasil que você leva uma pessoa para o bar e se torna amigo (nada aqui é como o Brasil Oo). Mas quando falo nos portugueses que não são “muito receptivos” não significa que eles não são acolhedores, o que você precisa de ajuda eles ajudam, mas não criam laços, é como se fosse cada um no seu quadrado, percebem?

Bem… Por mais saudade que eu sinta da Unijuí, do calor entre as pessoas, da lista de espera para reservar equipamentos e das dificuldades em conseguir um espaço no laboratório de fotografia, vou sentir saudades daqui também, ainda mais de editar vídeos nos macs 29 polegadas, dos materiais onde temos fácil acesso, das refeições na Cantina de Direito e de comprar lanches e cafés em máquinas (nossa!!! Eu achava isso o máximo no início, lembro-me até quantos botõezinhos apertava até conseguir comprar o lanche certo).

No mais… Mesmo tendo experiências não tão agradáveis em sala de aula, não só eu e Ramone mas com certeza todos que pela UP passaram vão sentir falta da metodologia portuguesa de ensino. E para saciar a “melancolia” da saudade, amanhã cedinho vamos viajar para Londres, afinal, depois de tanto trabalho merecemos uma folga 🙂

Por Nay Back – Intercambista UP.

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Paris, a cidade da torre mais famosa do mundo

Acho que é normal… E com certeza a maioria das pessoas que não vivem na União Européia sonham um dia conhecer Paris, eu e Ramone pelo menos sonhávamos tanto que jamais iríamos finalizar o intercâmbio sem realizar esta viagem.

Os planos eram passar a virada do ano em frente à Torre Eiffel, mas devido o alto valor das passagens a idéia foi modificada, mas os planos de viagem para Paris permaneceu fixo no cronograma. A procura de passagens acessíveis passei a acessar o site da Ryanair dia e noite até que encontrei passagens de ida e volta para o dia 18 de janeiro por 18 euros. Não pensei duas vezes e efetuei a compra, mas para essa viagem não parti sozinha, junto de mim veio Ramone (minha fiel companheira de aventura) e Ludmila (que fez parte do trio GPS Girls).

Paris é a capital e a mais populosa cidade da França, e está posicionada numa encruzilhada entre os itinerários comerciais terrestres e fluviais no coração duma rica região agrícola que a tornou uma das principais cidades da França ao longo do século X, sendo conhecida como Cidade Luz e capital da arte e do lazer, além de abrigar numerosos monumentos, por seu considerável papel político e econômico, sendo também uma cidade importante na história do mundo. Prova disso são os palácios, igrejas, parques, avenidas e museus que fazem a cidade um símbolo da cultura francesa, que atrai quase trinta milhões de visitantes por ano, ocupando também um lugar preponderante no mundo da moda e do luxo, tanto que no ano de 1991 Paris foi inscrita na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO.

Não posso deixar de concordar, e falar que a cidade é realmente bela, com suas ruas enormes que apresentam um transito extremamente eficiente. É incrível como tudo parece funcionar por lá: semáforos, faixas de segurança, metro, ônibus… Além é claro dos prédios que apresentam a peculiar arquitetura francesa, que mesmo eu não entendendo muito de arquitetura não pude deixar de ficar encantada com a perfeição dos monumentos que são enriquecidos com diversos detalhes de anjos, santos e demônios. E se tivesse uma cor que eu pudesse descrever a cidade, seria bege, pois praticamente todos os monumentos que visitamos possuem esta cor, claro que, acompanhados de detalhes dourados, verdes e cinzas, mas o bege sempre predominando. Isso foi outro fator que me surpreendeu, como tudo parecia estar padronizado.

Mesmo a cidade sendo muito grande, muitos dos pontos turísticos localizam-se próximos um do outro, mas alguns estão mesmo distante, sendo indispensável a utilização do metro. Utilizar o metro por Paris não é nada comparado com São Paulo e demais pólos do Brasil, saliento, é incrível como esse meio de locomoção funciona pela Europa, pois não á fiscal, não existe cobradores, apenas uma máquina onde de forma independente o cidadão compra seu bilhete, e mesmo a França sendo considerada um dos países da União Européia que a população não respeita a cobrança de metro eu apenas presenciei uma infração durante os três dias na cidade. Mas caso um cidadão seja pego utilizando o serviço do metro de forma inadequada, este paga na hora à multa de 40 euros, sem choro, sem desconto (acreditem! Isso realmente acontece). O metro de Paris apresenta inúmeras linhas (isso significa que em minutos você vai a qualquer canto da cidade), no início olhando o mapa o sistema de transporte parecia mais uma teia de aranha do que linhas de metro, mas nada que não se entenda, afinal, a cidade está muito bem preparada para turistas com sinalização e central de informação por todos os lados, inclusive atendentes que falam português.

Para utilização do metro além de efetuar a compra toda vez que for utilizar, você pode comprar um bilhete de 24h com passe ilimitado, este custa 6,10 euros, há também o passe da semana, mas este não sei o valor.

E embora muitos turistas falam que Paris é extremamente cara eu não achei tanto. É claro que se você for sair durante a noite em algum bar ou discoteca sentira o impacto, mas o preço das lembrancinhas não achei nada abusivo, principalmente se você for negociar a compra com os Black People (Africanos que vendem chaveiros e torres por um preço inferior das lojas), e para se alimentar também não. Falando em alimentação, o famoso crep de chocolate de Paris foi uma decepção total, sem contar no relaxado atendimento da atendente que não utilizava luvas nem pá para preparo do crep (isso no Parque de La Concorde, pode ser que em outros sítios seja melhor).

Para visitar os pontos turísticos, nós intercambistas temos a vantagem de estudante da União Européia ter acesso free em quase todos como no Museu do Louvre, Phanteon, Notre Dame… E para subir no topo da Torre Eiffel o valor varia do andar que você quer ir e depende também se você é estudante e da idade que você tem, o valor até o topo é em torno dos 13 euros.

Se você visitar a cidade no período de inverno, prepare-se, pois lá o vento é cruel, principalmente no segundo andar da Torre Eiffel. No mais, todos os lugares estão bem preparados para o inverno.

Entre todos os lugares que visitamos o que não posso deixar de recomendar é o Museu dos Perfumes Fragonard, este não está muito destacado no mapa, mas localiza-se perto da Academie Nationale de Musique. E se você sempre teve curiosidade em conhecer os segredos da produção de perfumes a visita no Museu não pode faltar, sem contar que é gratuita, e o local conta com guia de todos os idiomas (inclusive português), e no final você pode efetuar a compra de perfume puro por um preço direto de fábrica.

Mais uma vez eu digo que Paris é extremamente encantadora, só o fato de andar pelas ruas é uma sensação agradável, observar como o trânsito funciona, a educação do povo Frances e acima de tudo a cultura que possuem, como eles conhecem a história de seu país, como eles ocupam o tempo no metro lendo jornais e livros, como é comum andar na rua comendo baguete, e como as pessoas encontram um meio de sobreviver em cima do turismo da cidade seja vendendo chaveirinhos, tocando gaita ou se vestindo de qualquer coisa para arrecadar moedas.

A Torre Eiffel realmente é linda e ao olhar para sua ponta realmente você tem a sensação de que ela esta balançando (hehehe). É engraçado reparar que um “monte de ferro” é a atração principal de uma cidade, e é incrível estar em frente a um monumento que possui tanta história, que já fez parte de cenários caracterizado em dezenas de filmes que se passam em Paris (ainda bem que não foi demolida), e relembrar da sua história de construção e avaliar o seu grandioso significado atual.

Mas diante de toda beleza teve algumas coisas que me decepcionaram, é claro que visitar os países no verão é bem diferente do inverno, pois o clima tem muita influência sobre os cenários que vemos, como por exemplo, os jardins. Em Paris a maioria das árvores estavam sem folhas e as flores dos jardins encolhidas, tudo bem… Não posso exigir milagres do inverno, mas o que eu gostaria de apontar é que, Paris sendo uma das cidades mais visitadas da União Européia, com todo o dinheiro que o país lucra em cima do turismo poderiam manter as fontes e jardins da cidade em melhores condições mesmo no período de inverno e passarem por chuva, neve e frio. Os jardins localizados perto da Torre Eiffel não permitiram uma foto adequada, com as fontes desligadas e águas sujas, e o jardim de Luxembourg mais estava um lamaçal do que um jardim. Estes foram alguns pequenos detalhes que me desapontaram, além do céu estar extremamente cinza, mas nada que um photoshop não resolva para uma foto (hehehe). Outra coisa que me irritou foi o fato de sempre ter um poste ou uma publicidade estragando o cenário da foto em frente aos pontos turísticos isso prova o quando os franceses investe em publicidade e propaganda, o que me fez pensar, que se nada dos meus planos derem certos, vou aprender francês e vir trabalhar na França (hehehe).

Assim como todas as cidades que visitei até o momento, Paris vai deixar saudade, tanta saudade que o retorno no verão já está nos meus planos, afinal, não quero morrer antes de fazer um piquenique em cada jardim desta cidade.

Por Nay Back – Intercambista UP.

Comer, rezar e amar

Baseado no best-seller autobiográfico de Elizabeth Gilbert, “Comer, Rezar, Amar” Julia Roberts interpreta Liz Gilbert, uma mulher moderna que tinha tudo o que se pode sonhar em ter – um marido, uma casa, uma carreira bem sucedida e ainda assim, como muitas outras pessoas, ela está perdida, confusa e em busca do que realmente deseja na vida.

Recentemente divorciada e num momento decisivo, Elizabeth sai da zona de conforto, arriscando tudo para mudar sua vida, embarcando em uma jornada ao redor do mundo que se transforma em uma busca por auto-conhecimento. Em suas viagens, ela descobre o verdadeiro prazer da gastronomia na Itália, o poder da oração na Índia, e, finalmente e inesperadamente, a paz interior e equilíbrio de um verdadeiro amor em Bali. Esta hostória prova que existe mais de uma maneira de levar a vida e de viajar pelo mundo.

O filme è uma ótima inspiração para quem deseja saborear os pratos italianos e ter uma ideia de como è sair rumo ao desconhecido para se deparar com o diferente e com novas culturas.

Após ver este filme, a vontade que eu tinha de conhecer as ruas e os pontos turistícos, e claro as pizzas da Italia aumentaram. Dia 12 de fevereiro toda essa vontade será sanada, entao darei o meu depoimento falando a respeito dessas vontades.

Confira o trailer do filme.

Por Nay Back – Intercambista UP.

Com fome??

Correria de final de semestre…

Passei o domingo de chuva sem olhar para janela e do barulho da chuva tentei me inspirar e escrever as matérias para o jornal temático de intercambio que tenho de finalizar até o dia 15 de dezembro. Confesso que estou em pânico… Sair do interior da UNIJUÍ e vir para uma Universidade estrangeira cursar jornalismo não está sendo muito fácil. Eu que pensava que seria mais prático escolher matérias práticas para ficar livre de provas, percebo hoje que não fiz a melhor escolha do meu semestre acadêmico europeu… Fazer diversos trabalhos (imprensa, televisão, rádio, online, foto e vídeo) sem embasamento teórico algum esta me deixando com muita saudade da vida acadêmica de Publicidade e Propaganda, agora mais do que nunca eu vejo que é está a formação acadêmico que quero para mim, e se não fosse as minhas experiências nos estágios eu jamais saberia fazer um programa de rádio muito menos mexer nos programas de edição de áudio.

Não tenho do que me queixar dos laboratórios aqui, afinal, fica fácil aprender a mexer no Adobe Premiere utilizando um Aplee 29 polegadas, e me fechar sozinha numa ilha de rádio com estrutura profissional, a lidar com máquinas, filmadoras e gravadores europeus. Observo que aqui a prática é muito forte! Mesmo com o jeito “lerdo” dos portugueses aqui os trabalhos de improviso e as atividades de campo são muito forte. Parece que meus colegas são tão esperto e ágeis, que mesmo eles respondendo “Não sei, acho que sim” e “pode ser, mas não sei se está certo” para as minhas perguntas eles sempre fazem a coisa certa.

Bem… Mas dando razão para o título…

Abaixo segue três receitas estrangeiras de pratos típicos da Europa. Na busca de fonte para meus textos do jornal temático sobre a vida de intercambista, meus amigos estrangeiros colaboraram com receitas de seus países. Se não sabes o que vai comer aqui ficam as dicas.

Tortilla Española – Tortilha Espanhola

Por Alejandro Franza – Espanhol

A quantidade de ingredientes depende da porção que se queira fazer e do tanto fofa deseja que fique a textura.

Ingredientes: Batatas, ovos (aproximadamente um ovo por batata), cebola, Sal e Azeite.

Modo de preparo: Corta-se as batatas em formas irregulares não muito grandes, a cebola bem picada em pedaços pequenos, leve tudo isto para a frigideira com abundante azeite de oliva virgem extra (se for outro azeite o sabor fica diferente), em seguida frite a batata na frigideira de forma que fique apenas amarela e não crocante e não torrada. Bata os ovos em um recipiente, em seguida misture tudo e acrescente um bocado de Sal. Uma vez feito isto, aqueça a mesma frigideira de antes mas sem azeite, coloque toda a mistura mas sem mexer nada. Minutos depois, com a ajuda de uma pá, vire a tortilha e aquece o outro lado, passado outros minutos com a ajuda da pá tira-se a tortilha fora da frigideira e… Pronto!

Nota: Este é um prato típico espanhol, e se acostuma comer num âmbito mais informal, com amigos. Para acompanhamento costuma-se tomar com cervejas ou algum refrigerante, e sempre acompanhado com pão.

J “Giouvetsi”

Por Sergoun Goun Goun – Grego

Ingredientes: 1 quilo de carne macia na panela, 1 pacote de macarrão, 4 tomates grandes e maduros batidos em liquidificador, ½   e ½ xícara de azeite extra-virgem, 4 dentes de alho, 1 colher de chá de açúcar (só se o tomate for fresco), Sal, pimenta a gosto, 4 ou 5 grãos de pimenta da Jamaica, 1 colher de chá de canela, 1 colher de chá noz-moscada, 2 folhas de louro, ½  xícaras de água quente, 1 cubo de galinha knor e queijo parmesão ralado (ou outro tipo de queijo).

Modo de preparo: Lave bem a carne, corte em pedaços e seque.
Despeje o vinho em uma panela e refogue a carne de todos os lados, até o vinho evaporar. Adicione o tomate, açúcar, sal, pimenta, um copo de água quente e outras especiarias. Basta ferver, acrescente o óleo (uma das duas metades), abaixe o fogo e cozinhe por quanto tempo for necessário (cerca de 25-30 minutos, ou conforme necessário para amolecer bem a carne).

Em uma panela de barro ou pirex, despeje o conteúdo da panela com carne e molho, adicione duas xícaras de água quente com o knor dissolvido em cubo, acrescente o macarrão, (por isso vai a toda parte uniforme) adicione a outra parte do axeite (1/2 xícara), mexa bem e, em seguida, cubra com papel alumínio (se colocar em uma panela de barro com uma tampa, cubra bem com a tampa). Pré-aqueça o forno e colocá-lo a 180 graus por 35-40 minutos.

Pouco antes de expor os alimentos, misture polvilho com queijo ralado, e acrescente ao prato, em seguida continue a assar até o queijo derreter para fazer a crosta e obter uma cor dourada.

Nota: – Quando você expõe o alimento, se for necessário adicione um pouco mais de água.
– O óleo deve ser suspenso, por último, estar “vivo” e não perder as suas propriedades e cheiro.

– Saboreie o prato com um bom vinho em temperatura ambiente.

Bucatini All’amatriciana

Por Simone di Ludovico – Italiano

Ingredientes para 4 pessoas: Um pacote de Bucatini (ou outras massas), 400 gramas de bacon e toucinho, 6 tomates (maduros), 1 cebola, Romano Pecorino ou em flocos, Sal e pimenta a gosto, Azeite e 1/4 xícara de vinho branco.

Modo de Preparo: Em uma panela leve para cozinhar a massa. Em seguida corte em pedaços a cebola e deixar fritar com o azeite em uma panela, após acrescente o toucinho, bacon e tomate com um pouco de azeite e aqueça bem até ficar levemente cozidos, após adicione o vinho branco e deixe evaporar, acrescente o sal e adicione uma pitada de pimenta, misture bem com uma colher de madeira que serão deixados na panela durante o cozimento, e cubra com a tampa. O molho deve ferver por aproximadamente 30 minutos. Escorra os “Bucatini” e molho juntos, por fim, adicione o romano ralado em flocos ou pecorino e manjare!

Nota: Esta é uma massa típico italiana, e possui uma bela combinação com um vinho tinto seco.

Caves de vinho do Porto…

Já que nosso amigo que faz Erasmus na Espanha estava nos visitando na última semana, eu e a Nay saímos de casa em uma bela e nublada manhã de segunda-feira para mostrar alguns pontos turísticos de Porto para o Alécio.

Depois de visitar algumas praças, a reitoria e a Ribeira, atravessamos a ponte Dom Luíz I sob chuva e fomos para Gaia conhecer as caves de vinho do Porto. Após uns 15 minutos tentando descobrir onde eram as caves do Offley e do Croft, resolvemos entrar na cave mais próxima e fazer um tour guiado ao custo de 3€.

Como havia um casal de espanhóis juntamente  conosco, resolvemos seguir o tour em espanhol mesmo, o que se mostrou muito interessante e fácil de compreender, e quando surgiam algumas palavras desconhecidas, o Alécio estava ali para nos socorrer.

Os vinhos Vasconcellos são produzidos desde 1879 e plantados entre os vales, para que possa ser bem irrigado e não pegue muito vento. Como o território é irregular, a colheita é feita manualmente. Em dias de festa, o suco da uva é extraído do modo tradicional, através da pisada de vários homens, mas para a fabricação do vinho que é comercializado, o suco é extraído através de prensa mecânica. Após obter o suco, as uvas são misturadas com aguardente e colocadas para fermentar em diferentes tipos de pipas.

O tipo de vinho que se quer produzir é o que vai determinar quanto tempo o líquido ficará fermentando para que a madeira possa absorver a cor e o açúcar do suco. Os Vinhos do Porto brancos apresentam uma doçura variável, desde os muito doces chamados “Lágrima”, passando pelos “Doces”, “Meios Secos”, “Secos” até aos “Extra Secos. O seu teor alcoólico varia normalmente entre os 19% vol. e os 22% vol. Existe uma categoria especial designada “Leve Seco” que, além de ser bastante seco, apresenta uma graduação alcoólica de 16,5%.

Na família dos Vinhos do Porto Tintos tintos existem dois grandes grupos: os vinhos Sem Data de Colheita (Ruby, Tawny, 10 anos, 20 anos, 30 anos, e Mais de 40 anos) e os vinhos Com Data de Colheita (Vintage, LBVe Colheita).

Ruby – É um vinho de lote, cuja cor vermelha faz lembrar as pedras preciosas com o mesmo nome. É um Vinho do Porto jovem, tinto, encorpado e frutado, obtido por lotação de vinhos de diversas colheitas.

Vintage Character – Resulta de lotações de Vinhos do Porto jovens de qualidade superior, com uma média de idades entre os três e os quatro anos. Com uma estrutura complexa, caracteriza-se pelo seu corpo e frutado intenso.

Tawny – Em inglês a palavra “tawny” significa alourado. O Tawny obtém-se a partir de lotações que envelhecem em cascos de carvalho. O seu processo de envelhecimento é mais acelerado do que o do Ruby. Devido à oxidação, a sua cor vai adquirindo, pouco a pouco, matizes alaranjadas, próximas do alourado. Com uma idade média de 3 anos são elegantes e delicados. Tawny com indicação de idade – Os tawnies de “10 anos”, “20 anos”, “30 anos” e “Mais de 40 anos” constituem lotações de vinhos de diferentes colheitas, envelhecidos em madeira, cuja idade média é a indicada no rótulo. De cor alourada pelo prolongado envelhecimento em madeira, as principais características de um Tawny com indicação de idade são a complexidade de aromas, a frescura, a persistência aromática e o refinamento. Vinhos do Porto com Data de Colheita Neste grupo distinguem-se os Vinhos do Porto que são envelhecidos em madeira dos que, após um estágio relativamente curto em casco, prosseguem o envelhecimento em garrafa.

Vintage – O Vintage é uma preciosidade. Depois de permanecer dois anos em contacto com a madeira, prossegue o seu lento envelhecimento em garrafa ao abrigo do ar e da luz. Pouco a pouco, o vinho melhora consideravelmente as suas características, desenvolvendo o seu “bouquet”. O rótulo, além de indicar a data de colheita, tem que referir o ano do engarrafamento. Nesta categoria incluem-se os chamados “Vintage de Quinta‘” obtidos a partir de uvas provenientes apenas da quinta que lhe dá o nome. LBV (Late Bottled Vintage) – Este vinho, de grande qualidade, provém unicamente do ano indicado na garrafa. Antes de ser engarrafado, o LBV permanece em madeira 4 a 6 anos, tempo de maturação que lhe confere uma maior evolução de cor relativamente ao Vintage.

São vinhos de intensa coloração, taninosos, de carácter jovem que no seu “bouquet” denotam uma componente ligeiramente oxidativa que provém do seu envelhecimento inicial em madeira. Colheita – Vinho do Porto que provém de uma só colheita, indicada obrigatoriamente no rótulo. São vinhos que envelhecem em madeira e apenas são engarrafados quando se pretende colocá-los no mercado.

Passam por um estágio mínimo de 7 anos, o que lhes confere uma cor alourada, um sabor suave, delicado, profundo e complexo. Na sua composição intervêm diversas variedades de uvas, destacando-se a “Touriga Nacional“, a “Tinta Amarela”, a “Tinta Barroca”, a “Tinta Roriz”, a “Touriga Francesa”, e o “Tinto Cão”.

Após conhecermos a história de cada vinho, fomos degustar de uma taça de vinho verde e uma taça de vinho tinto, o que já nos deixou meio tontos, devido a quantidade de álcool. O Alécio não perdeu a oportunidade de adquirir uma garrafa de 10 anos para levar para seus pais degustarem dessa maravilhosa bebida.

Por Ramone Pacheco – Intercambista UP.

The good girls go to heaven, the bad girls go to Praga…

Depois de três dias na Alemanha, nos despedimos do nosso Hostel e rumamos para estação central onde iríamos pegar o trem às 9:43, mas como chegamos 15 minutos antecipados à estação, fomos olhar com calma a passagem e procurar pelo box de embarque. Encontramos a linha 21 com destino a Nürnberg e resolvemos entrar no trem, exatamente às 9:30, e, assim que entramos no transporte, ele começou a se locomover (antes da hora marcada nas nossas passagens). Nos acomodamos no segundo andar  e começamos a descansar para as longas horas de viagem que viriam.

Acordamos assustados com o fiscal pedindo para olhar nossas passagens e após conferir todas as informações nos disse que tínhamos de nos retirar pois estávamos na first class (alegria de mochileiro dura pouco, ás vezes). Com toda calma nos dirigimos para o lugar que nos pertencia e ouvimos um som até chegar na próxima paragem. Chegamos na estação de Nürnberg às 12:25h e tínhamos de pegar um autocarro para nos dirigirmos a Praga às 12:50. Então fomos dar uma rápida volta na estação e a Nay se empolgou em olhar os tampões de ouvido. Resultado, perdemos os meninos mais uma vez. Enquanto a Nay foi pedir informações sobre onde era o ponto do autocarro, eu fui dar um avolta para avistar os meninos, mas em vão, pois eles não estavam em lugar nenhum. E com o relógio correndo, nos largamos para o local e assim que saímos da estação nos deparamos com o autocarro e os meninos ali fora, (ufa!!!). Embarcamos e aproveitamos para descansar pelas quatro horas restantes de viagem, porém a cada 20 minutos um comissário de bordo vinha verificar a passagem, aplicar um questionário ou oferecer alguns comes e bebes. Como o trânsito na República Tcheca é muito menos organizado que na Alemanha, acabamos desembarcando apenas às 16:40,h noite já no Leste. Aproveitamos para trocar um pouco de euros por Coroa Tcheca, onda cada euro estava valendo 21,33 CZK.

Praga (em Tcheco: Praha) é a capital e a maior cidade da República Tcheca, também conhecida como “cidade das cem cúpulas”, Praga é um dos mais belos e antigos centros urbanos da Europa, famosa pelo extenso patrimônio arquitetônico e rica vida cultural. Isso se deve principalmente ao fato de ela ter sofrido relativamente poucos danos durante as duas guerras mundiais. Monumentos, igrejas, ruas estreitas e prédios históricos contrastam com as modernas edificações da cidade. Mas todas essas maravilhas ficaram para o dia seguinte, pois tivemos de procurar o nosso Hostel e nos acomodar. Após uns 15 minutos de caminhada com as mochilas nas costas encontramos o Hostel Marabou, fizemos o check-in e pagamos 10€ para ficar de calção pelo cartão e pelo cadeado do armário.

Guardamos tudo e fomos conhecer o recinto, que por sinal era maravilhoso, e também já fizemos amizade com a banda da Eslováquia Shed. No outro dia saímos cedo e fomos comprar nossos mantimentos para iniciarmos a nossa exploração em território Tcheco.

Começamos pela Praça da Cidade Velha para conhecer a Igreja de Nossa Senhora de Tyn, a Igreja de São Nicolau e o Relógio Astronômico, que desde 1410 registra com precisão a hora certa na cidade. A cada hora uma multidão se junta em frente ao relógio para ver a caveirinha magricela puxar a corda e os bustos dos Apóstolos desfilarem no alto da torre. Contrariamente ao que muitos podem pensar este relógio foi pensado não para informar as horas , mas sim para imitar as supostas órbitas do Sol e da Lua em redor da Terra. Em seguida partirmos para a Stalin Square onde admirimos uma bela vista da cidade. Seguindo nosso caminho passamos pelo belo castelo de Praga com sua encantadora arquitetura e onipotência e presenciamos a troca da guarda dos muros do castelo. Dentro da mesma área esta a Catedral de São Vito, e em seu interior a Capela de São Venceslau ricamente decorada com pedras preciosas. Símbolo da cidade , a Catedral de São Vito começou a ser construída em 1344 e foi concluida durante o séc. XIX e XX. Abriga ainda as jóias da Coroa Tcheca e o Túmulo do Rei Venceslau.

Seguindo nosso roteiro, passamos por Malá Strana, com suas ladeiras, ruas estreitas, vielas e escadarias que a cada esquina escondem um segredo. E em uma destas esquinas encontramos um pub temático e tivemos de entrar para explorar. O lugar era todo decorado com temática pirata e tivemos de experimentar uma dark beer em um copo de 500 ml. Depois de provarmos da bebida resolvemos cancelar a exploração e voltamos para o Hostel nos preparar para a balada de Praga.

A discoteca que fomos é considerada a maior da Europa Central e tem cinco andares, onde em cada um deles há um estilo de música diferente. A noite foi maravilhosa, interagimos com os gringos, dançamos no palco de lead, tomamos um banho de cascata de gelo seco e nos divertimos muito.

No outro dia acordamos para o café e conhecemos alguns argentinos no hostel. Dormimos mais um pouco e fomos explorar a cidade novamente. Passamos pela ponte Carlos IV, que foi imperador do Sacro Império Romano. Sob os auspícios deste rei sábio e culto, Praga cresceu, tornando-se uma cidade magnificente, maior do que Paris ou Londres. Uma simpática lenda conta que clara de ovo foi misturada na massa usada para construir a Ponte Charles para torná-la mais resistente.

Como já estava anoitecendo, voltamos para o hostel onde o nosso amigo Carlos preparou uma maravilhosa macarrona, demos uma navegada na internet e logo fomos dormir. Na manhã seguinte começamos o dia bem cedo, fizemos sanduíches para o dia e saímos de casa para começar nossa exploração. A primeira parada foi na Sinagoga Judáica Velho-Nova, que foi uma tremenda decepção, pois pagamos 140 CKZ para ver 40 metros quadrados nada atrativos, e detalhe, não se podia fotografar nada, mas como brasileiro é malandro, batemos altos flashes para fazer valer nosso ticket. Em seguida demos uma volta no mais antigo cemitério judeu, em um prédio super contemporâneo, e em uma igreja no pico mais alto da cidade.

Na volta para casa passamos novamente pela Praça da Cidade Velho pra experimentar uma das comidas típicas o “Trdelník”, que é uma massada assada enrolada em um espeto de madeira.

Da praça partimos para a nossa última noite no Hostel e depois de degustar mais uma bela macarronada feita pelo Carlos, novamente, fomos interagir com os argentinos, experimentar a cerveja do desenho dos Simpson “DUFF” e logo fomos dormir.

Acordamos às 6:30, tomamos banho e esperamos para o café começar a ser servido, comemos rapidinho e nos apressamos para pegar o métro para estação de onde nosso autocarro para Nürnberg iria sair. Para completar estávamos atrasados e começou a chover, mas conseguimos pegar o métro. Depois de 10 minutos descemos uma quadra da estação e começamos a correr, literalmente.  Chegamos na estação e fomos trocar nossas Coroas Tchecas por euros e nos acomodamos em nossoas bancos e dormimos até chegar a estação onde pegaríamos o trem para Munique. Podemos fazer tudo tranquilos com tempo sobrando e descansar no trem. Ao chegar na estação, tínhamos três horas para esperar até nosso autocarro para Memmingen sair, nesse tempo o pessoal foi comprar umas lembrançinhas, e como eu estava com uma infecção na garganta fiquei cuidando das mochilas.

Embarcamos e ao chegar no aeroporto uma grande surpresa, NEVE! E como as crianças aqui nunca tinham visto isso, tiramos altas fotinhos. Após o chek-in embarcamos, mas antes de decolar o avião recebeu um jato de pó e água para tirar os resíduos de neve. Após duas horas de um voo super turbulento, voltamos para Porto com chuva e fomos contar as novidades da viagem para o resto da família cedofeita!

Por Ramone Pacheco – Intercambista UP.

Do you speak German?

A Alemanha está localizada na Europa Central, que abrange um território de 357.021 quilômetros quadrados, é um país influenciado por um clima temperado sazonal, mas nesta época do ano (outono), ao visitar o país já enfrentamos o ar gélido de 0 grau. No início parecia assustador ver o termômetro zerado, mas é um frio gostoso! Você se empolga em comprar luvas, tapa ouvidos, cachecóis, botas e polainas para desfilar a moda européia…

Mas… Voltando ao histórico da Alemanha… O país possui cerca de 81,8 milhões de habitantes (maior população entre os Estados membros da União Européia e o lar da terceira maior população de migrantes internacionais em todo o mundo), pelo que observamos nas cidades que visitamos, todos os alemães possuem a pele clarinha e olhos cristalinos, um azul que eu nunca tinha visto antes (incrível). Além da beleza, todos com quem conversamos (em inglês, óbvio!) foram extremamente educados e se despediam de nós com sorrisos nas faces.

Onde tudo começou:

Na terça-feira, dia 9, saímos de casa duas horas antes do portão de embarque fechar (já sabem por que né?), fomos de forma tranquila de casa até o aeroporto e de lá para Meningue, cidade onde o avião da Ryanair pousa. Para o nosso azar, o aeroporto ficava cerca de 1 hora e meia de viagem de ônibus, mas a distância não era nada comparada com o preço do transporte: 20 euros . De imediato já sentimos uma facada no bolso. Assim que chegamos à parada de desembarque do ônibus em Munique [1] fomos tomar um To Go Coffe (1 euro) para nos aquecer e analisar o mapa. Em seguida, andávamos pelas ruas retas da cidade admirando a noite silenciosa do país, observando a arquitetura dos prédios, casas e parques. Não andamos muito para encontramos o nosso Easy Palace City Hostel.

Na manhã seguinte partimos para os pontos turísticos da cidade, como a Praça  Marienplatz, Englischer Gartem München – Südteil, Frauenkirche e pelas igrejas da região (Igreja de Nossa Senhora, Viktualienmarkt, Frauenkirche,  Theatinerkirche, e St. Peter (Alter Peter). Às quatro horas da tarde não havia mais sol, mesmo assim aproveitamos a noite para admirar a Praça Marienplatz onde está o relógio mais famoso da cidade localizado no prédio da Prefeitura, que é uma das  construções mais lindas que já vi na vida! Esse “castelo” foi uma das poucas coisas grandiosas em Munique que ficou em pé após a 2ª Guerra Mundial, vale destacar que 95% desse castelo é original (fantástico!).

Vele destacar, que para economizar nesta viagem, adotamos a dieta de Recheados da Alegria (as famosas boladas recheadas com creme de cacau do Pingo Doce) para os lanches da tarde e para o café da manhã e almoço: sanduiche de queijo cheddar e salame, mas para a noite o nosso amigo Carlos preparou pasta com mortadela (sim, mortadela! É chique comer mortadela, salsicha e chouriço na Alemanha).

No dia seguinte acordamos cedinho, preparamos os sanduiches e saímos a campo para conhecermos mais lugares como as Igrejas Michaelskirche, Bürgersaalkirche, Asamkirche e o Palácio Alter Hof. Pelo caminho mais uma vez passamos pela Praça Marienplatz, onde acontecia a apresentação e promoção de uma cerveja, na ocasião tinham alemães vestidos a caráter e dançando, entramos no clima da alegria, tanto que na empolgação eu e a Ramone nos perdemos de nossos amigos, o que foi um desespero por termos um pequeno vocabulário em inglês… Nervos a flor da pele pensamos na famosa teoria de Darwin “não é o mais forte que sobrevive, mas sim o que mais fácil de habitua as mudanças”, não poupamos esforços e abordamos um casal de alemães e perguntamos “Where is Völkerkundemuseum?” Compreendemos as explicações e não demorou muito para encontramos o Museu de Tecnologia de Munique. No Museu conseguimos facilmente nos comunicar com as atendentes e prestigiar todas as invenções do local, prova disso é um total de mais de 200 fotos.

No final da tarde, saímos de lá sozinhas (eu e Ramone) e fomos por um novo lugar até chegar no Hostel. O que lamentamos foi apenas não poder conhecer o Beer Garden, pois este ficava aberto somente no turno da manhã e tarde, e no último dia em Munique estava chovendo e nevando (sim! Vimos flocos de neve e neve acumulada nos carros). Mas mesmo assim, provamos o Pretzel (uma massa assada o frita que não tem como descrever, apenas provando).

Não posso deixar de citar também a prova do café Starbucks, que é uma empresa multinacional com a maior cadeia de cafeterias do mundo. Provamos um expresso, o qual tomei gole por gole saboreando muito, já que custou 2,90 euros.

Filosofando…

Eu nunca vivi um outono tão lindo como na Alemanha, nunca vi uma cidade tão bem organizada, as ruas retas, a sinalização perfeita, as diversas bicicletas estacionadas pelas ruas, a educação do povo, a beleza e as características de uma cultura única. Simplesmente incrível! Se eu soubesse falar alemão ou inglês fluente viveria facilmente seis meses em Munique sem ao menos sentir falta da carne suína (hehehe), por falar em carne, quando estávamos no mercado observamos o preço das carnes, e realmente é absurdo (30 euros o quilo), mas a beleza do local compensa a ausência da carne nas refeições…

Custo X Benefícios…

Apesar de termos pagado um preço super acessível nas passagens de Porto para Munique (20 euros com a taxa do cartão), esta foi uma viagem cara. Cara porque tivemos de pagar mais caro a ida de ônibus do aeroporto para a cidade do que de avião, por isso, deixamos como dica para adquirir a passagem online, (clique aqui para comprar a passagem online) assim se consegue economizar 10 euros de ida e volta.

Outra questão que encareceu a nossa viagem foi à ida para Praga, 68 euros ida e volta de trem e ônibus (mais uma vez saliento: compre as passagens o mais cedo que puder). Mais as diárias nos hosteis, que apesar de termos pagado um preço bem acessível (10 euros em Munique e 9 euros em Praga), passar uma semana acumula um valor alto. Por isso faça economia e compre as passagens antecipadas para que não sinta o impacto de ter os euros descontados de uma só vez na sua conta.

Mas… Não deixem de conhecer a Alemanha e a República Checa, pois Munique e Praga foram perfeitas!

[1] Munique conta atualmente cerca de 1,4 milhão de habitantes, chegando aos 2,5 se contarmos com a sua área metropolitana. É assim a maior cidade da Baviera, e a terceira maior da Alemanha, depois de Berlim e de Hamburgo. Uma das atividades de destaque na cidade e na região é o turismo. Munique também é a sede da BMW.

Por Nay Back – Mochileira.